Concurso de Pontes reúne alunos de Engenharia Civil e Arquitetura do Unasp

Acontece no Unasp

Escrito por

Thaís Fowler

Publicado em

17 set 2019

Crédito imagens

Leandro Oliveira / Marcelo Nunes

A ponte vencedora, feita com palitos de churrasco, suportou um pouco mais de 464 quilos de carga

O Núcleo de Tecnologia de Engenharias e Arquitetura (Nutea) do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus Engenheiro Coelho, realizou o 3° Concurso de Pontes. Alunos dos cursos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo tiveram a oportunidade de divulgar os projetos elaborados.

As equipes apresentaram projetos de pontes construídas com palitos de madeira de churrasco. “A noite foi fantástica, nós da organização não esperávamos que teríamos duas equipes com mais de 450 quilos, o pessoal se esforçou muito bem, valeu muito a pena”, afirma o coordenador do curso de Engenharia Civil, Artur Lenz Sartoti.

Premiados 

No ranking pela disputa da ponte mais resistente, ocupando os três primeiros lugares, ficaram as equipes Q.T.M.P., AKASHI-KAYU e Pontes 2.0. Na disputa acirrada pelo primeiro lugar, a equipe Q.T.M.P. (iniciais dos integrantes do grupo) ganhou pelo segundo ano consecutivo, com a ponte mais forte suportando um pouco mais de 464 quilos.

O evento reuni alunos do curso de Engenharia Civíl e Arquitetura e Urbanismo do Unasp.

Em segundo lugar ficou a equipe AKASHI-KAYU, com uma ponte que aguentou quase 437 quilos. Segundo o aluno Salomão Santos de Souza Júnior, o nome da equipe e a estrutura do projeto foram inspirados na ponte japonesa Akashi-Kaikyo. “Nós decidimos em equipe como seria a estrutura da ponte e com o auxílio de um software para engenharia conseguimos criar uma estrutura resistente”, relata.

O terceiro lugar ficou com a equipe Pontes 2.0 composta de alunos do 2° semestre de Engenharia Civil. A ponte resistiu até 206 quilos. Os integrantes das equipes vencedoras receberam medalhas e ganharam uma reserva em restaurantes da região.

“Quando o aluno pratica ele consegue absorver melhor o conteúdo. É impossível ter um conhecimento somente pela teoria, precisa ter a prática para complementar e vice-versa. Quando o aluno tem nesta visão mais prática e gasta um tempo com a mão na massa, aprende-se muito mais do que somente por teoria na sala de aula”, diz Lucas da Silva Barbosa, coodenador do Núcleo de Tecnologia de Engenharias e Arquitetura (Nutea).