Competição de robótica agita Colégio Unasp em Engenheiro Coelho

Acontece no Unasp

Escrito por

Eva Cueva

Publicado em

14 nov 2018

Alunos do Ensino Fundamental realizaram uma exposição sobre os 35 anos da instituição

Os blocos de montar antes eram utilizados simplesmente como brinquedos, hoje tem um uso importante e atraído jovens no mundo da tecnologia. Assim, os mais de 300 alunos do Colégio Unasp, do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus Engenheiro Coelho, participaram do evento “Unasp em cores”, neste final de semana.

Alunos do Ensino Fundamental e Médio mostraram suas habilidades na arte e na matemática com trabalhos devolvidos em sala de aula.  O evento contou com um vernissage de quadros com pinturas feitas durante o ano, e uma linha de tempo em comemoração aos 35 anos de trajetória da instituição, retratando acontecimentos importantes.

Além do vernissage, teve o primeiro campeonato de robótica “Astro Maker”, com parceria de Via Maker, empresa especializada em integrar novas tecnologias à educação. Para diretora da instituição, Carla Marina Lopes, o mais importante é o aprendizado “Eles trabalham os conceitos das ciências, e através da robótica colocam em pratica o estudo que estão recebendo”, afirma.

A competição de robótica reuniu crianças e adolescentes de 5 a 16 anos. Separados por equipes, tiveram que planejar, projetar e construir robôs em formas de animais que deviam cumprir tarefas e superar obstáculos na mesa de torneio através da utilização de um notebook. Com apenas 9 anos, Miguel Jamawesky, joga desde seu primeiro ano de vida. Incentivado pelos seus país ele ama brincar aprendendo.

Para Patrícia Lopes, que é professora do Miguel, este tipo de jogo estimula muito a criatividade, “Durante a construção dos desenhos as crianças encontram dificuldades, mas com o apoio da tecnologia eles já conseguem concertar que já possuem com os computadores”, afirma.

Para as crianças menores, a interação foi feita em peças maiores. De acordo com o orientador pedagógico em robótica educacional, Luiz Eduardo Magalhães, o planejamento é primordial na competição. “Estamos com 7 equipes inscritas conformada por 8 alunos, onde eles terão que simular as mesmas missões que são realizadas no Festival do Via Maker”, ressalta.

Segundo o professor Robertson Panaino, as aulas de ciências, matemáticas e física é a base para trazer aos alunos o embasamento de aquilo que será feito na vida. “Através disso a gente tenta torná-los melhores pessoas e futuros profissionais”.