Alunos do curso de tradutor e Intérprete atuam no I Will Go

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Escrito por

Redação

Publicado em

22 set 2015

 

O Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus Engenheiro Coelho, foi o ponto de encontro de mais de mil jovens, de diversas partes do mundo, em evento entre os dias 9 e 12 de setembro. Com o tema “I Will Go”, o III Congresso Internacional de Universitários Missionários adventistas estava repleto de rostos, sotaques e línguas diferentes. Para lidar com a pluralidade dos idiomas, os alunos do curso de Tradutor e Intérprete entraram em ação, trabalhando dia e noite, traduzindo os conteúdos apresentados em cultos, palestras e oficinas.

Foi preciso desenvolver um plano que tinha início desde a recepção até a tradução simultânea das palestras. Por meio de sinal via rádio, bastava sintonizar o pequeno aparelho, colocar os fones de ouvido e o auxílio era garantido. O professor Milton Torres, coordenador do curso de Tradutor e Interprete do Unasp-EC explica que foi uma excelente oportunidade para os discentes. “Antigamente, atividades como esta eram assumidas totalmente por professores. Agora, apenas orientamos os alunos a realizarem o trabalho”, relata.

Os alunos puderam desenvolver três modalidades da área. A primeira é a “interpretação de acompanhamento”, ajudando congressistas e palestrantes desde o momento em que chegam ao aeroporto ou rodoviária, levando-os até o local do evento. A segunda modalidade, chamada “interpretação intermitente”, é aquela em que o palestrante fala uma frase e o aluno traduz, na sequência. A terceira modalidade exercida pelos alunos foi à tradução simultânea. Esta última era realizada em cabines a prova de som e podiam ser ouvidos em pequenos rádios com frequência FM, adquiridos pelos participantes no local.

A aluna Helena Silva, do terceiro ano, realizou a modalidade intermitente em algumas oficinas e também pode contribuir na tradução simultânea, dentro de uma das cabines. Helena é dominante da língua inglesa e se diz honrada em poder ajudar outras pessoas a compreender os conteúdos apresentados. “Foi minha primeira experiência profissional nessas modalidades. É bom saber que o eu trabalho está auxiliando na compreensão de muitas pessoas”, destaca.

Os alunos do curso já realizavam o trabalho de tradução e interpretação em outros eventos do campus, como o mestrado em liderança, que acontece no período de férias letivas. Esta foi a primeira oportunidade que eles tiveram de trabalhar em um evento durante o período de aulas, o que gerou uma maior visibilidade positiva. “Toda a responsabilidade residiu sobre os alunos e foi uma experiência feliz tanto para eles quanto para o evento”, conclui Milton.

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