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Aprender enquanto faz, como educar crianças criadoras

Estimular a criatividade, colocar a mão na massa e ter autonomia para fazer trabalhos e aprender enquanto faz; essa é a cultura da nova geração de crianças criadoras.

Vivemos em um momento onde a tecnologia tomou conta de todos os espaços, inclusive a escola. Os alunos já são todos nativos digitais, ou seja, estão acostumados a utilizar eletrônicos, celulares e a lidar com jogos como ninguém. Logo, aprender parece mais fácil com essas ferramentas.

Além disso, muitos aplicativos e games como os de construção, possibilitam que a criança exercite livremente a imaginação, o raciocínio lógico e a estratégia.

Dessa forma, na cabeça da criança, ir para escola para aprender algo que ainda é baseada no modelo tradicional, poder ser desinteressante.

Então, como mudar essa realidade e fazer da escola um ambiente em que as atividades consigam suprir as necessidades das crianças e ajudarem a desenvolver suas aptidões?

Pensando nisso, trouxemos a definição de conceitos e métodos que podem tornar a aula muito mais interessante e eficaz para aprender. Vamos ver?

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Cultura Maker

Primeiramente, a cultura maker ou cultura dos fazedores é um conceito que defende o aprender e fazer por nós mesmos, sendo estimulados a improvisar e criar novidades, com recursos inovadores ou até mesmo com poucos recursos.

Criatividade, iniciativa, autonomia e trabalho coletivo são valores são essenciais para que o jovem se insira na sociedade como cidadão crítico, participativo e social.

São essas as características que definem a cultura maker. Um novo nome para uma antiga ideia. (Universia)

A cultura maker vem sendo aplicada em todas as áreas da vida, estimulando as pessoas a irem atrás dos seus objetivos, fazerem o que deve ser feito e apenas fazer. Essa atitude é vista como uma forma de aprender, uma forma de adquirir independência e autonomia.

Além disso, muitas marcas e empresas pregam esse estilo no intuito de incentivar o espírito criativo e inovador nos clientes e colaboradores. Dessa forma, a cultura maker vem ganhando cada vez mais espaço no cenário coletivo.

Aplicando na educação

Quando pensamos em escola, educação e metodologia, estamos propensos a pensar no ensinar e aprender, uma relação professor-aluno, que por muito tempo pareceu a única e correta forma de transmitir conhecimento.

No entanto, o tempo e as novas práticas foram responsáveis por mostrar que com a tecnologia e estratégias, o processo ensino-aprendizagem pode tomar outro rumo, mais produtivo e autônomo para as crianças: o aprender a fazer e o fazer e aprender.

Sendo assim, a cultura maker já é realidade na educação em muitas áreas e disciplinas, onde é possível exercitar a imaginação, criatividade e habilidades, que na metodologia antiga não existe.

Ou seja, na prática cabe ao professor criar e desenvolver esse espaço, esse tipo de atividade. Então, quando ele propõe um trabalho em grupo de montagem de maquete onde as crianças escolhem o tema e como fazer, o conceito maker está sendo aplicado.

Em aulas de geografia, por exemplo, é possível trabalhar com tipos de solo, materiais naturais e até como fazer vulcões. Já nas aulas de história e literatura é possível permitir que os alunos escrevem peças de teatro, criem figurinos, cenários e deixem a imaginação fluir.

Antes de fazer

É importante que os professores façam um bom planejamento antes das aulas; que pensem na aprendizagem como alinhamento da teoria e da prática. Aprender fica muito mais fácil com simples atitudes.

Além disso, é importante que a escola tenha o conceito da cultura maker bem fundamentando, tentando aplicar na maior parte das atividades. Dessa forma, o professor precisa ter consciência do que está fazendo com as crianças pois a chance de sucesso é maior.

Por isso, é importante lembrar que o aprender a fazer, fazendo (utilizando também a tecnologia), é uma oportunidade de despertar interesse nos alunos pela escola.

Então, se você é professor e aplica alguma técnica eficaz em suas aulas, compartilhe com a gente. É só deixar aqui nos comentários.

Até a próxima!

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