Unasp campus Engenheiro Coelho promove noite de celebração à cultura africana

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Escrito por

Isabela Vitória | Edição: Sarah Dornelis

Publicado em

02 out 2020

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Agência Integrada de Comunicação do Unasp campus Engenheiro Coelho

No último sábado (26), aconteceu o African Celebration no Unasp, campus Engenheiro Coelho. O evento musical teve como objetivo prestigiar a cultura africana. As roupas coloridas,  o auditório decorado e a participação musical do Coral dos Angolanos foi fundamental para a noite.

Os estudantes que residem no internato puderam aproveitar a programação única. Lidiane Coutinho, graduanda no curso de Arquitetura e Urbanismo, afirma que o evento foi maravilhoso. “As músicas, as roupas, a iluminação, tudo estava muito lindo. A energia que o coral passava era muito boa e a ideia de pedir para todos virem com roupas coloridas nos deu sensação de imersão na programação”, reforça. 

De acordo com Domingos Madeira, regente do Coral dos Angolanos,  “a escolha das músicas foi feita com base no tema do projeto e propósito da produção. Foram músicas que marcaram ou impactaram uma revolução histórica dos países africanos”. Além disso, ele acredita que “a preparação do coral é velada pelo espírito africano, conscientização da expressividade de um povo”.

A direção de desenvolvimento estudantil em parceria com o coral tiveram a ideia da programação a partir dos diferentes contextos culturais do campus. E dessa forma, puderam divulgar a música contemporânea e evangélica dos países africanos. 

O evento foi celebrado pelos africanos do campus, para se sentirem próximos de casa, e para que outros alunos se aproximassem dos costumes e canções africanas. Paulo André Orlando, natural de Moçambique e membro do Coral dos Angolanos diz que as músicas são muito significativas em sua vida. Para ele é indispensável apresentar sua cultura. “A alegria, a animação… lembrar que sou africano mesmo estando em outro país é importante. Isso me faz chorar, lembrar de casa, da minha igreja. Mas, acima de tudo, me aproxima de Cristo Jesus”.

Já entre os brasileiros, a reação não foi muito diferente. “Eu particularmente adoro experimentar algo novo e acho super importante conhecer e enaltecer culturas diferentes da minha”, acrescenta Lidiane. Ela acredita que dessa forma “fica mais fácil entender que existem outros pontos de vista, outras realidades, outros gostos e costumes e que tudo isso deve ser respeitado de uma maneira mútua”.

Para Madeira, “a reação do público foi positiva e inspiradora, visto que o contexto musical africano é caracterizado pela dança, coreografias e gestos de demonstração cultural e social”. Ele também afirma que o programa atingiu as expectativas de toda a equipe de produção e que o envolvimento coletivo foi perceptível. 

Nesse evento, como nos outros, o Unasp campus Engenheiro Coelho se preocupou em cumprir todas as orientações do poder público e da Organização Mundial da Saúde. Tais como a aplicação recorrente de álcool em gel e o uso de máscaras durante a programação.