Processo de alfabetização depende do estímulo dos pais

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Escrito por

Redação

Publicado em

09 set 2014

Segunda, 08 de setembro, é comemorado o Dia Mundial da Alfabetização. O dia foi declarado em 1967, pela ONU e pela UNESCO, com a intenção de incentivar a educação em todos os países.

Há um tempo, as crianças entravam em contato com a alfabetização com cinco ou seis anos. Hoje, esse contato começa mais cedo. A criança já pode ir à escola e começar esse processo com três ou quatro anos. “O primeiro contato é com a família”, destaca Silaneide Zifirino, professora da turma de 1° ano do Colégio Unasp.

Os pais podem despertar o interesse pela leitura com livros, desenhos para pintar e contando histórias. “Ouvir histórias mexe com a imaginação da criança e isso cria a curiosidade para a leitura. Os pais podem ser esse estímulo”, completa a professora. Com a tecnologia, as crianças preferem assistir à um filme ou ver um desenho a ler um livro. “Mas isso deve ser resolvido em casa pelos pais”, enfatiza Silaneide.

Atualmente, o mercado de trabalho exige uma segunda língua, o inglês. Sentindo essa necessidade, as escolas de nível básico estão implantando o ensino bilíngue, que faz parte do processo de alfabetização. “Quando a criança é alfabetizada com duas línguas, ela não sofre quando chega à faculdade. Ela está melhor preparada para o mercado de trabalho”, aponta a professora.  Para isso, a sugestão é presentear as crianças com brinquedos que emitam sons em inglês. “Isso cria interesse e estimula as crianças”, sugere Silaneide.

“Essa é uma fase mágica”, descreve a educadora. O profissional que lida com a alfabetização deve ser muito bem capacitado, pois dessa fase depende todo o processo de educação e especialização do indivíduo. “Gosto de pegar crianças que não sabem nada. Durante todo o ano, ela descobre muita coisa, e é prazeroso quando ela se desperta para a alfabetização”, ressalta Silaneide. Cada um tem o seu tempo, depende da base familiar, de aspectos individuais e outros fatores que cercam a criança. “A alfabetização é processo que leva à liberdade da criança”, conclui a professora.