Mulheres são homenageadas com humor

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Redação

Publicado em

07 mar 2014

Durante uma conferência na Dinamarca, no ano de 1910, foi oficializado o Dia da Mulher, como um reconhecimento do papel da mulher na sociedade. A partir de então, em todo dia 8 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher.

Uma pesquisa realizada pelo Programa de Apoio ao Discente, PROAD, do UNASP campus São Paulo, mostra que há mais mulheres do que homens no campus. A cada ano o campus comemora essa data e aproveita para refletir sobre o papel da mulher na sociedade atual, a visão bíblico-cristã sobre a mulher e a valorização e respeito que ela deve receber. O Programa de Apoio ao Discente, PROAD, Pastoral Universitária e o Curso de Psicologia realizaram uma homenagem especial às mulheres, focando o papel da mulher como companheira e a visão do homem sobre a vida na família sem a presença e influência da mulher.

Segundo a Assessora do PROAD, Hildenir Bahia, fortalecer o conceito do papel da mulher na sociedade é essencial. “Devemos ter consciência do nosso papel na sociedade e agir dignamente, não apenas correr atrás de impressionar por causa da beleza. Temos que nos posicionar como pessoa e desempenhar nosso papel de forma ética e cristã”, destaca.

A homenagem

Com o tema “Eu assim sem você”, os alunos do Curso de Psicologia apresentaram uma encenação bem humorada, mostrando a realidade do dia a dia do homem e sua dependência da mulher. Além disso, músicas ao vivo relacionadas ao tema e palavras de gratidão à mulher pelo papel que desempenha movimentaram o programa que finalizou com um bolo especial e um cartão entregue a todas as mulheres universitárias que estiveram no evento.

O aluno de Psicologia Christhof Wolter, que participou da encenação, ficou feliz por ter o privilégio de homenagear as mulheres. “Planejamos algo bem cômico e engraçado para divertir as meninas e mostrar que elas são especiais para nós, afinal, a vida de um homem pode ser boa e divertida, mas jamais será completa sem as mulheres”, frisa.

Lohanne Pereira é aluna de Enfermagem e participou da homenagem. Segunda ela, de todas as homenagens a cada ano, essa a surpreendeu mais. “A lembrancinha sendo entregue por um homem caracterizado de mulher foi muito bom. Isso mostrou que, se as mulheres não existissem, o mundo seria estranho. O palco, a encenação, enfim, tudo foi muito bom e me agradou”, afirma ela, que se divertiu ao ver os meninos encenarem

Rosemeire Braga