Impacto Esperança influencia ações dos moradores de Campinas

Impacto Social

Escrito por

Sara Rabite

Publicado em

26 ago 2018

Crédito imagens

Gabriel Fiuza

Ao oferecerem os livros, voluntários do projeto presenciam histórias de vidas transformadas

O impacto esperança é um evento anual importante, pois há 11 anos tem feito a diferença na vida de milhares de pessoas pela América do Sul através da entrega de literaturas com temas relevantes. Periodicamente no primeiro semestre de cada ano é feita a distribuição dos exemplares de livros, mas esse ano em alguns lugares foi diferente. O Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus Engenheiro Coelho, realizou o projeto impacto esperança neste sábado (25) na cidade de Campinas. Moradores da região, alunos, professores e funcionários do Unasp saíram para distribuir o livro “O Poder Da Esperança”.

A estudante de arquitetura e voluntária, Bruna Alana, conta que suas expectativas eram grandes, por Campinas ser uma cidade muito eclética. Bruna confessa que no primeiro semestre quando soube que o projeto não iria acontecer ficou triste, pois sabia da influência do projeto. Mas pensou, “Deus tem seus propósitos e Ele permitiu que vivêssemos esse momento agora. Se não deu no primeiro semestre, é porque tinha um propósito maior hoje”, comenta.

Guilherme Manhães estuda teologia no Unasp e conta que distribuir livros de esperança para as pessoas é um trabalho muito prazeroso. Para ele, falar de assuntos contemporâneos como depressão, estresse, ansiedade, é essencial.  “Saber que essa mensagem de saúde pode alcançar várias pessoas, e ainda levando a palavra de Jesus, é muito importante”, declara o universitário.

Noemi Paim e Victor Ximenes estavam entregando os livros nas ruas que foram designados e de repente vêm algo de inusitado. Ao olharem para o lado presenciam um grupo de cinco crianças, entregando os livros do projeto. “Ficamos assustados, chamamos elas e perguntamos onde elas tinham conseguido esses livros”, detalha Noemi.

Aquelas crianças foram influenciadas a distribuírem os livros. Elas haviam pegado os livros com um motorista de um dos ônibus, e com os jovens que estavam distribuindo nas ruas.  “Foi bem interessante porque eles disseram que conheciam os nomes e as dificuldades de cada um. Uma menina por exemplo, disse que tinham que ir na casa dela, porque a sua mãe sofria de depressão”, explica o jovem. Ao final, aquelas crianças ainda levaram alguns livros que sobraram para distribuir na escola entre seus colegas e professores.