Grupo de pesquisa do Unasp lança

Profissão e Mercado

Escrito por

Isabella Anunciação Mendes

Publicado em

18 Maio 2018

 

Na próxima terça-feira (22), o Grupo de Estudos da Antiguidade (Gean), do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus Engenheiro Coelho, lançará o livro “Arqueologia”. A obra foi organizada pelos professores Milton Torres, Fábio Darius e Elder Hosokawa. O livro contou também com a atuação de 28 autores, dentre eles alunos e professores. O evento ocorrerá às 20h no auditório do ensino superior.

Fruto de três anos, o livro “Arqueologia” é o resultado de projetos de pesquisa do Gean. O grupo foi fundado em 2010 pelo professor Milton Torres, e contém com a participação de alunos e da coordenação dos cursos de Letras, História e Tradutor Intérprete. O objetivo é realizar estudos sobre assuntos que envolvam a antiguidade através das línguas, história, religiões e literaturas antigas, além de priorizar especialmente a antiguidade clássica e bíblica. Assim, estimulando a formação de alunos pesquisadores.

O livro é o quarto trabalho conjunto, além dos livros individuais dos membros do Gean. Diferentemente dos anteriores, a obra é uma homenagem sob a forma de um Festschrift, ao legado do arqueólogo Siegfried Júlio Schwantes, que se tornou verdadeiro ícone da pesquisa arqueológica entre os adventistas do sétimo dia. Keila Schwantes, filha do condecorado, procurava de alguma forma homenagear seu pai. Por isso, Keila financiou integralmente os 1200 exemplares, realizando assim o seu desejo.

A arqueologia como disciplina acadêmica é fonte de informação histórica, social, econômica, política, religiosa, linguística e pedagógica. Pensando nisso e na finalidade em ter material para todos os gostos, a obra foi organizada em quatro partes dedicadas, respectivamente, à história, natureza interdisciplinar, textos e escritos da arqueologia. O público alvo são os acadêmicos, mas os leigos também conseguirão aproveitar o conteúdo. “A obra é, de fato, um esforço de popularização da arqueologia no Unasp, na igreja adventista e no Brasil ”, expõe Torres.

André Oliveira estudante do primeiro ano de história está ansioso para saber a forma como o livro discorre tantos assuntos. “Quero saber quais foram os métodos utilizados na abordagem que ajudaram a criar o livro”, revela.