Palestra na Semana de Teologia aborda os desafios do voluntariado

Acontece no Unasp

Escrito por

Carolina Delcasale

Publicado em

13 set 2018

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Diretor da Faculdade Teológica Sul Americana de Londrina abordou sobre os desafios da missão.

Ser missionário em qualquer lugar do mundo, além de desafiador, é gratificante. O grande desafio para aquele que decide se envolver em atividades missionárias é descobrir seu papel perante à sociedade. Foi pensando nisso que o Seminário Adventista Latinoamericano de Teologia (SALT), do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus Engenheiro Coelho, escolheu o tema “Missão a Todos os Povos” para a Semana de Teologia deste ano. O encontro acontece anualmente.

O diretor da Faculdade Teológica Sul Americana de Londrina, Antônio Carlos Barro, foi um dos convidados para abordar o tema. Doutor em missiologia, Barro apresentou o assunto com maestria e deixou os alunos entusiasmados. Para ele, uma semana com essa temática é de suma importância para levar os alunos a refletirem. “É bom para aprofundar e recordar o assunto porque muitas vezes a gente acaba se familiarizando com o tema e nos esquecemos que é desafiador: o que eu posso fazer pelo outro? ”, declara.

Para o estudante do 8º semestre de teologia, Gean Marcel de Oliveira, a semana está servindo de alerta aos participantes para que eles entendam que a missão não acontece só aqui, mas sim no mundo inteiro. “A igreja necessita de homens e mulheres que desprendam de onde estão e que possam servir a Deus onde quer que Ele mandar”, conclui.

O Unasp oferece oportunidade a todos que tem interesse de ser missionário ou voluntário a se inscreverem em algum tipo de projeto. Para o coordenador do curso de teologia, Reinaldo Siqueira, há uma diferença em ser missionário e voluntário. “O missionário envolve um envolvimento na parte da fé. Se a pessoa não professa nenhuma fé, talvez seja mais difícil fazer isso. Mas nada impede que ela seja uma voluntária, disposta a servir, dedicar seu tempo, se colocar à disposição de ajudar outros e, de alguma maneira, representar a Deus, independentemente da sua religião e fé”, explica.