Coro masculino do Unasp-SP comemora 15 anos de existência

Acontece no Unasp

Escrito por

Aira Annoroso

Publicado em

12 jun 2019

Coro masculino se apresentando na Igreja do Unasp-SP em comemoração aos 15 anos desde a formação oficial do grupo.

O coro masculino do Unasp São Paulo comemorou seus 15 anos de existência no último sábado (08), em apresentação no culto do templo da instituição, juntamente com a Banda Jovem. Segundo Rodrigo Baradel, um dos participantes do coro, foi gratificante ter vivenciado esse momento.

“Desde o primeiro ensaio do ano, lá por volta de fevereiro, trabalhamos nas músicas para o evento, mas sem deixar de atender à nossa agenda de apresentações (cerca de uma por mês) e também os compromissos na igreja do Unasp. Durante os ensaios sempre há um clima de responsabilidade pela missão que Deus nos concede e alegria pelo reencontro semanal entre amigos e companheiros. Enfim, um projeto que estava distante no começo do ano se tornou em uma grande emoção às vésperas da apresentação, também porque muitos ex-coristas aceitaram o convite para participar da programação dos 15 anos”, diz o corista Rodrigo.

História

O coral de vozes masculinas começou através de uma programação especial realizada no ano de 2003 no campus, onde o professor Turíbio de Burgo juntou alguns rapazes para cantarem apenas uma música no evento. A partir disso, começaram a se reunir mais vezes para cantar nas programações, e decidiram oficializar o coro, com ensaios mais frequentes, no ano seguinte.

Importância

Para Eliete Carvalho, regente do coro, os grupos musicais são importantes para formarem pontes entre o Unasp e as igrejas adventistas, haja vista que o coro masculino, por exemplo, realiza diversas viagens para visitar e se apresentar nas igrejas. Atualmente, dentre os grupos musicais do Unasp São Paulo, o coro masculino é o que mais realiza saídas para apresentações, tornando a instituição mais visível por onde passa.

Uma mulher na liderança de um coro masculino

Ao contrário do que alguns pensam, não existe preconceito no fato do coro ter uma mulher como regente. Eliete conta que quando recebeu o convite para liderar tantos homens, sem nenhuma outra mulher por perto, se sentiu apreensiva. “Para mim foi um desafio, não só por eu ser a única mulher, mas por eu ser a única à frente. Aos poucos aceitei, e tem sido uma experiência muito positiva. Alguns dos rapazes mais velhos me tratam até como filha. Outros se tornaram amigos pessoais, tenho muito o apoio deles, e isso é muito acolhedor. Existe muito carinho e respeito entre nós”, revela Eliete.

Para Rodrigo, Eliete é firme em seus propósitos e cheia de empatia com os membros do coro, por isso os ensaios são sempre agradáveis e produtivos. “Alguns coristas ficaram a adoentados nesse primeiro semestre e a Eliete, apesar de seus compromissos de trabalho, cuidado com a família e atividades pessoais, reservou um momento para visitar esses coristas enfermos e levar a eles palavras de conforto e ânimo. Assim, tão logo eles se recuperaram, voltaram aos ensaios e participamos todos dessa linda comemoração”, conta.