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Estratégias promotoras do pensamento crítico: faz parte das práticas didáticopedagógicas?

RESUMO

Nos últimos anos, em muitos países, como o Brasil e Portugal, tem havido frequentes discursos educacionais sobre a relevância de levar o aluno a pensar criticamente. Com base neste objetivo, a questão de pesquisa do presente estudo é perceber o conhecimento que os professores possuem sobre as habilidades e disposições do Pensamento Crítico (PC) e, qual o nível de PC desses. Para tal, adotamos dois procedimentos metodológicos: aplicação de um questionário, onde interpolamos provisões do Ennis PC e outras ações que não promovem o PC – e a aplicação do Teste Cornell PC (Nível X). A ligação entre esses dois procedimentos foi compartilhada como uma mensagem, no grupo fechado, de amigos professores do Facebook que atuam nos três níveis de ensino, na rede pública e privada do Estado de Alagoas-Brasil. Adotamos uma metodologia qualitativa para análise do questionário e estatística inferencial para o teste PC de Cornell. O resultado permitiu identificar que um número substancial de professores não tem consciência do que seriam as disposições do pensamento crítico; em relação ao nível de PC, o estudo demonstrou que os professores apresentavam um nível ligeiramente abaixo da média obtida em outros dois estudos desenvolvidos em Portugal.

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