Academia das Letras

O regado(r) – por Juliane Gusmão

Desde que minhas mãos puderam pegar, quis um regador.

Nada demais. Apenas alguma flor

Uma jardineira para usar e

Um jardim para cuidar

 

Agora, embora torcidas, queimadas de sol e

Cansadas… relutam. Suspiro e

Rezo, regando e mostrando aos pequenos pares

de mãos, curiosas, como amar e plantar com: olhares,

Falares e cuidares. Suspiro e

Rego, rezando e passando o regador a frente, à luz do arrebol

Que em outras mãos é aurora e girassol

 

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