Blog do Unasp

Estudantes aceitam o desafio de viver com menos de um dólar por dia.

Quatro amigos americanos viajam para a Guatemala com o objetivo de vivenciar a extrema pobreza, vivendo com um dólar por dia durante dois meses.

Living on One Dollar é um documentário, que se traduzirmos livremente ficaria algo como “vivendo com um dólar”, que vai contar a história de 4 estudantes que viajaram durante suas férias (56 dias) para uma região pobre na Guatemala. O objetivo era de experienciar e entender como é viver com 1 dólar por dia. Eles falam que há mais de 1,1 bilhão de pessoas ao redor do mundo que sobrevivem com esse orçamento.

A sinopse, já chama atenção, não é? No entanto, ao longo de toda a história, aspectos tão importantes vão sendo abordados e você acaba por se ver comparando a sua vida com a daquelas pessoas. Acho que isso se torna inevitável. E por isso esse documentário é tão bom, ele nos incomoda, nos faz pensar de uma maneira diferente.

“Vivendo com um Dólar”, estimula uma reflexão muito interessante sobre diversos aspectos relacionados a: consumo, civilização, miséria e generosidade. Aspectos da nossa sociedade, porém apresentados aqui de uma forma bem diferente da nossa realidade.

Apesar de retratar uma realidade rural, ela pode ser comparada à de muitos trabalhadores que fazem as nossas roupas e sobrevivem com salários equivalentes a esse em grandes cidades.

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Realidade mundial

Inicialmente, “Vivendo com um Dólar” apresenta dados reais sobre a pobreza no mundo todo. Os idealizadores do projeto também falam sobre como eles estão tão distantes dessa realidade mesmo sendo estudantes de desenvolvimento internacional.

Dificuldades

Os estudantes precisavam de uma renda, mas não tinham conhecimento sobre agricultura. Nesse momento receberam um importante suporte da população no local. A essa altura já é visível a generosidade dos habitantes, mesmo vivendo em condições miseráveis.

Após 10 dias eles já estavam visivelmente abatidos e mais magros. Eram constantemente atacados por pulgas e dormiam no chão. Eles se questionam algumas vezes sobre o que estavam fazendo.

O senso de comunidade

Uma das coisas que mais impressionam nesse documentário é a atitude civilizada e generosa das pessoas que viviam no vilarejo.

Um belo exemplo é a família de Anthony e Rosa. Eles vivem com uma renda equivalente a U$1.25 por dia e mesmo assim sentiam-se felizes em receber os estudantes para as refeições em sua casa. Além de serem uma referência no vilarejo quando se precisava de algum tipo de ajuda financeira.

O documentário vale a pena não só por retratar uma vida tão diferente da que estamos acostumadas e nos dar aquele choque de realidade, mas porque faz você se questionar sobre diversas posturas que você adota na sua vida, sem realmente dar valor ao que tem.

Além disso, somos levados a ver o poder que uma comunidade unida pode ter na vida dos seus participantes. O quanto uma rede de apoio é tão importante em nossas vidas e acabam nos ajudando a viver. O quanto a ideia de comunidade faz uma pessoa ajudar a outra mesmo que nenhuma das duas tenha muito recurso. E o papel desse senso para aquelas pessoas que estão passando por alguma situação difícil. E isso vale não somente para as pessoas retratadas no documentário, mas na vida de todas nós. Tudo fica mais difícil quando estamos/nos sentimos sozinhas, não é?

Pequenas ações sempre fazem a diferença

E, por fim, o quanto pequenas ações para uns podem fazer tamanha diferença na vida dos outros. é interessante a gente começar a colocar o foco disso no nosso dia a dia. O quanto algo que não vai custar nada para a gente, e aqui eu não falo só em termos monetários, mas também “custar” em termos de tempo e trabalho, vai ajudar tanto uma outra pessoa. Muitas vezes de uma forma que você nem imagina.

Para quem ficar interessado em assistir o documentário, ele está disponível na Netflix e no YouTube. Além disso, eles têm um site falando um pouco sobre o projeto e explicando como você pode ajudar. O site é: http://livingonone.org/livingonone/

Vale ainda dizer que há muitos lugares no Brasil que tem uma realidade similar ao que foi mostrado no documentário. E se você achar que essas realidades são muito distantes da sua própria, que tal encontrar uma forma de ajudar a sua comunidade? Alguma ação que não vai te custar quase nada, mas que irá fazer uma diferença enorme na vida de outras pessoas.

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