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Documentário Happy: A busca e o encontro da felicidade.

Todos estamos buscando a felicidade; porém sabemos como alcançá-la? “Happy”é um documentário inspirador que nos questiona e instiga a buscar a felicidade depositando o nosso tempo no que realmente importa para nós.

Para você, o que significa encontrar a felicidade? Para alguns significa construir uma família, ter filhos e morar no campo, para outros viajar sem destino certo ou mesmo viver uma vida simples, na beira da praia, curtindo o mar. Apesar de parecerem tão diferentes, todas são felicidades verdadeiras e possíveis.

Recentemente assisti no You Tube uma palestra “TED” em que um cientista dizia que todos podem ser felizes, mesmo após uma decepção muito grande ou perda de algo que sempre sonharam em conquistar. Se uma pessoa toca algum instrumento mas em determinado momento da vida é impedida de continuar com seu sonho, ela deixará de se sentir plena e feliz? Segundo o cientista isso não acontece: a pessoa aprende a conviver com a sua realidade e a extrair felicidade genuína da sua nova vida. Não é uma felicidade inventada ou um esforço de pensamento positivo, mas a alegria real de estar vivendo aquele momento.

É com esse mesmo pensamento que o diretor Roko Belic produziu Happy – Documentário sobre a Genuína Felicidade, que mostra diferentes tipos de pessoas e culturas ao redor do globo.

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Combinando a sabedoria de diversos povos com as descobertas da ciência moderna, Roko e o produtor Tom Sahdyac buscam entender como a felicidade se desenvolve em cada um de nós e como é possível  ter “resiliência” e viver dias mais felizes apesar das adversidades que enfrentamos.

As Histórias.

Belic foi atrás de pessoas de todo tipo de cultura — Dinamarca, Naníbia, Escócia, China, Quênia, Japão, Butão, Índia, Estados Unidos e Brasil — e também ouviu estudiosos e pesquisadores sobre as causas da felicidade genuína.

Em uma favela de Calcutá na Índia, um homem vive com sua família em um barracão de lona e trabalha com seu riquixá – uma espécie de charrete – transportando pessoas mais ricas no centro da cidade. Segundo pesquisas, seu grau de felicidade é o mesmo que de um americano comum.

Em outra, uma mãe e seus dois filhos vivem em um condomínio dinamarquês aonde todos são uma grande família, se ajudando e cozinhando para todos. A comunidade inteira sai ganhando: as crianças, que sentem como se tivessem 20 pais e mães cuidando deles, e os adultos, que não precisam cozinhar todos os dias e vivem em grande harmonia e companheirismo com seus vizinhos.

A história que mais me chamou atenção foi no Japão com um caso de karōshi (morte por excesso de trabalho). Esse é um assunto que sempre me assusta, ainda mais porque vejo essa mesma rotina neurótica em muitos amigos que trabalham em grandes empresas. Esse mesmo país possui um grande contraste, pois na ilha de Okinawa vemos o retrato de uma comunidade onde a expectativa de vida excede os 100 anos. As idosas da ilha  dançam com um grupo de taiko e sentam toda tarde no lugar deles (um centro comunitário) para conversar. Ali, o problema ou a alegria de uma é o problema e a alegria de todo mundo.

Elas explicam o significado da expressão “Ichariba chode”: quando você encontra alguém — mesmo que apenas uma vez, mesmo que por acaso — vocês se tornam amigos para a vida. Incrível.

A ciência da felicidade.

felicidadeAntigamente, psicólogos e médicos não pensavam em estudar a felicidade e suas causas, mas sim entender os problemas emocionais e como poderiam curá-los. Apenas recentemente, nos anos 90, a felicidade começou a ser vista como material de estudo e o interesse pelo assunto explodiu em todo o mundo.

Uma das descobertas mais interessantes foi o fato de termos um “ponto de referência de felicidade”, e independente de vivermos momentos bons ou ruins, tendemos a retornar a esse mesmo ponto com o passar do tempo. Essa escala de felicidade varia de pessoa para pessoa e é constituída 50% de genética, 10% circunstancial, de acordo com o que vivemos na nossa vida como trabalho e status social, e outros 40% relacionados à ações do cotidiano ou seja, coisas que nós fazemos diariamente e que nos deixa mais felizes. Resumindo, é normal se você não se sentir tão feliz quanto aquele seu amigo efusivo.

O que realmente importa na busca pela felicidade?

Não há uma fórmula para se obter felicidade, mas o filme nos instiga a sorrir e ter gratidão. Apesar de histórias tão diferentes, todas elas têm algo em comum: a busca pela felicidade e o bem estar de quem está ao nosso redor. Independente do meio, é próprio do ser humano querer tirar o melhor da vida e se adaptar a diferentes situações com muita facilidade. É possível encontrar alegria nos pequenos momentos do dia, e é isso que nos transforma em pessoas mais felizes diariamente.

O filme é inspirador e abre a porta de nossa mente nos impulsionando a sermos mais felizes e gratos a cada dia. E vale a pena! Com certeza após assistir todo mundo irá se questionar: “Como estou em busca da minha felicidade e como estou contribuindo com o mundo?” Assista aqui. 

O documentário “Happy” também está disponível na Netflix.

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