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Divertida Mente: aprenda a lidar com as emoções com uma animação

Em diversos momentos coisas simples conseguem nos ensinar grandes lições. Veja como Divertida Mente, uma animação, consegue nos ensinar a lidar com emoções no dia a dia. 

No mês de setembro é muito comum que a gente aborde bastante sobre as questões emocionais. E quando paramos para refletir sobre alguns dos pontos sobre a nossa inteligência emocional, por vezes podemos perceber que falta certo entendimento sobre alguns sentimentos simples e como lidar com eles. Todavia, ao invés de falarmos apenas usando livros e artigos, podemos aprender com experiências um pouco mais, “divertidas”. E este é o caso do filme “Divertida Mente”, da Pixar + Disney. 

Sobre o filme

Para quem ainda não assistiu, Divertida Mente conta a narrativa da vida de uma garota chamada Riley que teve uma linda infância feliz em Minnesota. “Teve”, pois, posteriormente, tudo isto acaba por mudar quando seus pais decidem mudar-se para San-Francisco e, a pequena Riley, está agora com 11 anos de idade. O filme é narrado pelas emoções personificadas da garota, sendo elas: Nojinho, medo, raiva, tristeza e a “comandante” alegria. 

Eventualmente, motivada pelas mudanças de humor e situações um tanto “loucas” que ocorrem na central de comando da sua mente, onde as emoções habitam, Riley passa da garotinha sempre feliz para uma garota com novas e complexas emoções. Se você não assistiu o filme, vale super a pena conferir. 

O que aprender com Divertida Mente?

Primeiramente, preciso te avisar que haverão spoilers por aqui. Se você for daqueles(as) que prefere assistir e depois ler sobre, sinta-se a vontade, estaremos te esperando para esse papo maravilhoso mais tarde. Mas, se você gosta de ter uma base e ver aquilo aplicado enquanto assiste ao filme, é só continuar que a gente te conta o que percebeu curtindo a longa! 

Vamos lá?

1. O otimismo é um grande aliado

Em Divertida Mente, constantemente é possível observar uma característica bem marcante na personagem “Alegria”, seu incrível e, por vezes extremo, otimismo. Para ela sempre tudo é possível e pode dar certo. Em muitos momentos onde a Alegria está com algum problema, ela mantém a positividade e segue adiante, tendo a certeza de que tudo vai se resolver. 

O otimismo pode e é um grande aliado para nos ajudar diariamente a lidar com as emoções e problemas. A forma como você enxerga as coisas determina muito de como você lidar com as problemáticas. Nossas dores podem nos criar revoltas ou ajudar a construir coisas, que tal escolher a segunda opção e deixar um pouco de otimismo fazer parte dos seus “bad days”?

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2. O medo pode ajudar 

No início da trama a Alegria começa a apresentar as outras emoções que aparecem logo depois na mente da Riley. Umas destas é o medo, um serzinho todo assustado e muito precavido. No momento em que ela o inicia, uma certa fala surge: “Esse é o medo. Ele manda bem no quesito segurança.”. Curioso, não?

Em diversos momentos da nossa vida é possível que tenhamos julgado o medo como algo totalmente negativo para nós. Isso é um erro, pois medo pode muitas vezes nos mostrar se aquela situação ou ação é benéfica ou não para nós. É possível observar isso no momento em que a Riley tenta colocar o plano do Raiva em ação e, por uma curta fração, o medo quase a impede de ir. 

Obviamente, precisamos sempre buscar um meio-termo para este amigo não se tornar nosso maior inimigo, nos impedindo de viver experiências saudáveis e muito legais. Com equilíbrio, o medo se torna um amigo muito sábio para nos auxiliar nas melhores escolhas, nos mantendo salvos.

3. Verdade seja dita, é comum 

A Riley acaba de chegar a nova cidade que vai morar e de cara tem o seu pior dia. A Alegria, como sempre, tenta trazer o otimismo para melhorar. Contudo, de nada adianta, pois as situações internas e externas vão de mal a pior. Em dado instante, a própria diz que “todo mundo tem dias ruins”. E compreender isso é algo muito poderoso! Sabe por quê? 

Porque ninguém é perfeitamente feliz todos os dias. Não existem pessoas sempre alegres e que não tenham problemas, e isso é bom! Pois, no momento em que eu compreendo esse fato, as chances de eu ver aquele dia ruim como um grande mar, passo a enxergar como apenas uma gota na imensidão que é a vida. 

É, na maioria das vezes, uma questão de atitude. Não necessariamente de se fazer alegre o tempo inteiro, mas sim de entender que tá tudo bem não estar bem todos os dias. Que é normal coisas ruins acontecerem aqui. Ainda neste dia ruim, a mãe da Riley agradece a ela por ser positiva naquela tempestade e diz: “Se continuarmos sorrindo, isso já ajuda bastante”.

4. Mudanças de emoções

A personagem principal sempre foi uma menina muito feliz. Todavia, aos 11 anos as coisas começam a mudar dentro dela. Este é um importante fato natural que precisamos conhecer: nossas emoções mudam, amadurecem, se transformam. E não há problema algum nisto. 

Frequentemente esta situação acaba por causar também algumas dores e desconfortos, mas não desanime. As crises levam ao autoconhecimento. É inevitável, mudanças vão ocorrer de forma externa e interna, mas isso não é necessariamente ruim. Porque vai te acrescentar muito. 

5. Sentimentos têm valores

Por fim, Divertida Mente ainda nos ensina sobre o valor de cada sentimento. A princípio a Alegria e vista como o sentimento mais importante e essencial para a Riley. A própria Alegria não permite que a Tristeza seja ela mesma e exista naquele contexto, sempre tentando afastá-la. E quantas vezes não fazemos isso, certo? 

Acontece que ao final da trama, a Alegria percebe a importância da Tristeza no processo de crescimento e formação da inteligência emocional da garota. E é neste momento que elas passam a trabalhar juntas. 

Muitas vezes as nossas melhores memórias são frutos de um mix de emoções, não apenas de uma. Afinal, aquele sentimento de vitória e alegria não apareceria sem a tensão e tristeza antes, certo? Todas as emoções são igualmente importantes. A persona da Tristeza, por exemplo, nos ajuda a revelar várias características do sentimento, como o fato dela ser uma organizadora natural. Nos auxiliando a colocar alguns pontos errados, ou de dor, em ordem, avaliando e pensando no que fazer. 

Conclusão

Divertida Mente ensina muito sobre lidar com as emoções, vale muito tirar um tempo para assistir e perceber estes pontos. Acredite, em cada cena você vai captar algo novo. Precisamos começar a entender e cuidar melhor das nossas emoções sem as pressões da perfeição. Ter em mente que nenhum sentimento é necessariamente ruim, mas sim pode estar indicando algum ponto que precisamos melhorar. Pare e escute melhor o que a sua mente e corpo fala. 

Por isso, pega a pipoca, chama a família e amigos e prepare-se para uma hora e meia de puras emoções e muita diversão. 

Boa sessão! Até mais!

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